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Uma crise para sair da crise (parte 1-2)

Akio Morita, um dos gestores mais marcantes do mundo foi um fracasso em seu primeiro projeto: uma panela de pressão.  A rejeição fez com que o jovem empresário seguisse em frente e não desistisse de continuar criando. Mais tarde, Morita apostou em um inovador leitor de fita magnética, fornecido por sua marca recém renomeada: A Sony. O resto, é história. Crises e fracassos dão a oportunidade para incríveis histórias de sucesso. Acompanhe com a gente algumas dessas histórias e se inspire frente ao cenário econômico adverso do nosso país.

Dos anos 80 aos 90:

Vídeolocadoras – A ideia de trazer o cinema para dentro de casa revolucionou os finais de semana das famílias 80’s, mantendo firme por quase duas décadas as vídeolocadoras no mercado. Sua baixa veio com os serviços de Streaming, como a Netflix. Quem nunca ouviu a história de que a Netflix deu início a partir de uma multa de 40 dólares pelo atraso na devolução de um DVD? Claro, a história não passa de um conto da carochinha para depreciar as vídeolocadoras, mas essa vertente parte de pessoas já vinham se sentido pouco à vontade com a obrigação da devolução dos DVDs e com as multas altíssimas que eram cobradas a partir do atraso na entrega.  Olhando para as dores dos clientes, Marc Randolph e Reed Hatings vem fazendo melhorias nessa área do setor audiovisual desde 1999, passando pelo serviço de entrega e recolhimento de DVDs alugados nas casas dos clientes até que, em 2007, passaram a disponibilizar todo o material sob demanda, na internet. Uma evolução e tanto!

Lojas de 1,99 – As Lojas de produtos Chineses começaram a surgir em 1990, a partir da liberação das importações e com a baixa da inflação, no Brasil. Há quem diga que esse ramo do varejo começou a estagnar, o que não procede totalmente.  A crise financeira no país diminuiu o poder aquisitivo de muitos, e por consequência, os brasileiros têm procurado ponderar nos gastos e a buscar preços justos na hora das compras. Para alimentos e utensílios pequenos, não há dúvidas de que os estabelecimentos de R$1 têm sido cada vez mais frequentados. Já as famosas lojas de R$ 20 têm faturado cada vez mais na venda de vestuários. Dados no portal do empreendedor apontam que desde 2016 o número de cadastros de MEIs aumentou no segmento de comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, indicando que montar esse tipo de loja tem ultrapassado as expectativas do mercado, já que constitui uma fórmula de sucesso entre preços baixos e variedade de produtos.

O Paintball, a Polishop e as Clinicas de estética também são modelos de negócio que surgiram no decorrer destes 30 anos, visando fugir das crises. Aposte em suas ideias. O próximo case pode ser o seu!

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