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O fim do fotógrafo profissional

Sem inovar em habilidades e conhecimentos, será impossível sobreviver às novas demandas

 

Heliografia, daguerreotipo. Você acha que esses nomes estranhos têm alguma coisa a ver com fotografia? Sim, têm. Antes de chegar ao que conhecemos hoje, o francês Joseph Nicéphore Niépce fez experimentos com heliografia, em 1793. O problema é que as imagens desapareciam rapidamente. Em 1835, o pintor, cenógrafo, físico e inventor Louis Jacques Mandé Daguerre, também francês, registrou a primeira patente para um processo fotográfico, o daguerreótipo. Obviamente não dá pra dizer que existe um inventor da fotografia, porque seus criadores foram muitos, em trabalhos colaborativos ao longo dos últimos 3 séculos.

Mesmo com a tecnologia cada vez mais popular e celulares capazes de registrar imagens com alta qualidade, o trabalho do fotógrafo profissional vem ganhando espaço. O fotógrafo é tanto mais valorizado quanto maior for sua capacidade de inovar e oferecer serviços diferenciados de fotografia.

Para isso, são necessários conhecimentos variados, que vão desde gestão até comunicação — especialmente marketing. Através de cursos, ele aperfeiçoa suas capacidades de relacionamento e de administração de negócios, por exemplo.

No livro “Fundamentos da Fotografia”, da Editora Gustavo Gili, lançado em 2015, David Präkel realça a importância da busca de conhecimentos ao afirmar que os fotógrafos precisam se familiarizar com a linguagem fotográfica. Para Präkel, a fotografia tem vocabulário e gramática próprios. E a lógica do livro tem tudo a ver com a forma de entender e atender as necessidades do cliente. São conceitos, reflexões, dicas para desenvolver a fotografia como negócio, apresentação dos trabalhos e a conquista do cliente, entre outros tópicos.

Ou seja, o autor sustenta a importância de se capacitar e de se atualizar o tempo todo.

Vale destacar uma das máximas da obra de Präkel: “Na verdade, a fotografia é um negócio, não uma profissão. No entanto, como você é pago por seu trabalho, esperam-se certos padrões de comportamento e competência. De alguém que se descreve como fotógrafo ‘profissional’ se espera que aja de maneira profissional, que respeite os prazos e produza segundo as linhas combinadas em reuniões com o cliente.” – David Präkel (página 115)

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